Encontro pode acontecer na China, segundo a imprensa internacional
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu a entender, nesta quarta-feira (19), que deverá reunir-se com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, ainda neste ano.
Em conversa com jornalistas no lado externo da Casa Branca, Trump foi questionado se esperava se reunir com Kim até o final do ano e respondeu “sim, farei isso”, sem dar detalhes a respeito.
Trump fez a declaração poucos dias depois de os EUA anunciarem a redução das grandes manobras militares com a Coreia do Sul – exercícios que a Coreia do Norte considera um ensaio para invasão para seu território -, em aparente resposta à falta de apoio do governo sul-coreano à guerra no Irã.
A afirmação do presidente americano também foi feita algumas horas depois do jornal The Wall Street Journal relatar que ele está pressionando assessores para agendarem uma nova reunião com o líder norte-coreano neste segundo semestre, um encontro que, segunda a publicação, poderá ocorrer na reunião de líderes do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), em Shenzhen, na China.
Trump evitou esclarecer hoje se existe atualmente uma troca de cartas entre ele e Kim, mas reiterou que se dá “muito bem” com ele.
– Ele tem 57 armas nucleares muito poderosas. Nunca se deveria ter permitido que isso acontecesse. (…) Se eu tivesse na presidência, não teria permitido. Mas o fato é que ele as tem – declarou Trump, além de exceções que Kim “vai ficar muito bem” desde que haja “um presidente inteligente” em Washington.
Kim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano e uma de suas principais assessoras, afirmou – em nota divulgada pela agência oficial de notícias KCNA – que não tem conhecimento de nenhuma troca atual de mensagens entre Trump e Kim, embora tenha dito que as relações entre os dois “continuam sendo excelentes”.
Trump se reuniu três vezes com Kim durante seu primeiro mandato, para tentar fechar um acordo que levasse ao não tratamento de armas nucleares na península coreana.
As negociações terminaram sem um pacto depois de o presidente ame

